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Track cover Vinheta: União

Vinheta: União

2:59brazilian pop, brazilian rock, mpb Album Preço Curto, Prazo Longo 1999-01-05

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Description

Vinheta: União · Charlie Brown Jr.

Composer Lyricist: Chorão

Composer Lyricist: Champignon

Composer Lyricist: Thiago

Composer Lyricist: Marco Antonio Valentin Britto Junior

Composer Lyricist: Renato Peres Barrio

Composer Lyricist: Lerap

Composer Lyricist: Mikimba

Composer Lyricist: Bocão

Composer Lyricist: B.N

Composer Lyricist: Abelha

Composer Lyricist: DJ Wlad

Composer Lyricist: Kid Nice

Composer Lyricist: Eazy Nylon

Composer Lyricist: Alex F

Composer Lyricist: Dina Dee

Composer Lyricist: W Dee

Composer Lyricist: Aplick

Composer Lyricist: Adriano

Lyrics and translation

Original

Dia 9 de abril de 1999.

Charlie Brown Júnior, disco dois.

-União, paz. -Do lado leste da periferia de São Paulo.

-DRS, São Mateus pra vida. -HC.

-CH. -DMC.

-Homens escrârios. -Charlie Brown Júnior.

-Raja de Santos. -Diretamente pra vocês, entrei em cena.

Qual é o problema? No hip-hop, no reggae, no rádio, no rock, não tem stop.

Passando a mensagem pros manos, nada de engano, só procedência.

A nossa firma é forte e você pode crer. Sou anti-paga pau, meu dilema é nacional.

Me apresento, sou Raja da família Charlie Brown. Eles não vão entender, não vão descobrir.

Dominado pela má vontade, tira esse cara de perto de mim.

Meu compadre que tu vai dar um pé pra ninguém, que vai consumir. Nosso cash na volta não mexe, não deixa o ato engolir.

Yeah, yeah. Eles não vão entender, não vão descobrir.

Dominado pela má vontade, tira esse cara de perto de mim.

Meu compadre que tu vai dar um pé pra ninguém, que vai consumir. Nosso cash na volta não mexe, não deixa o ato engolir. Yeah, yeah, yeah.

Não deixa o ato engolir. Não deixa o ato engolir.

Homem escrârio, eu sou do lado -leste. -Do lado leste.

É HC que chega, sim, que chega pra manter a letra, letra é a banca é classe A.

Aqui quem fala é HC,

HC,

HC, HC,

HC. Revolucionário, a letra fica pra você.

Não perde o crime, o crime é o crime, crime organizado.

Do lado leste, HC revolucionário bota a burguesia que nos aponta como marginal, homens criminal, mentes criminal, lavagem cerebral, morte cerebral, sistema central, cerebral.

É trilha sonora do gueto de leste, oeste, norte e sul. O negro vivendo os crimes, sua sobrevivência. Olha a carência.

Por aqui, por ali, só sangue que se vê.

Exu da periferia que não acredita, confia que não acredita. Confira para ver, para ver.

Por aqui, por ali, só sangue que se vê. Exu da periferia que não acredita, confia que não acredita.

Confira para ver, para ver. Plantão é flagrante, não. Plantão é flagrante, não.

Na boa, acendeu, virou fumaça, subiu pra cuca. Fim do silêncio, é menos crime.

Não deixa o malandro, que é malandro, sempre segue o ritmo da favela. E daí? Como é que é?

Rá, -rá, rá. Fogo na bomba.

-Não quero bebida, química, nada disso, minha beleza. Prefiro ficar na vida, sem desarrumar.

Um, dois, passa a bola, ladrão quer fumar. Um, dois, sem marcar.

Rapaziada firmeira quer museu e fica a fanfar. Sem arma, sem droga.

English translation

Dia 9 de abril de 1999.

Charlie Brown Júnior, disco dois.

-União, paz. -Do lado leste da periferia de São Paulo.

-DRS, São Mateus pra vida. -HC.

-CH. -DMC.

-Homens escrârios. -Charlie Brown Júnior.

-Raja de Santos. -Diretamente pra vocês, entrei em cena.

Qual é o problema? No hip-hop, no reggae, no rádio, no rock, não tem stop.

Passando a mensagem pros manos, nada de engano, só procedência.

A nossa firma é forte e você pode crer. Sou anti-paga pau, meu dilema é nacional.

Me apresento, sou Raja da família Charlie Brown. Eles não vão entender, não vão descobrir.

Dominado pela má vontade, tira esse cara de perto de mim.

Meu compadre que tu vai dar um pé pra ninguém, que vai consumir. Nosso cash na volta não mexe, não deixa o ato engolir.

Yeah, yeah. Eles não vão entender, não vão descobrir.

Dominado pela má vontade, tira esse cara de perto de mim.

Meu compadre que tu vai dar um pé pra ninguém, que vai consumir. Nosso cash na volta não mexe, não deixa o ato engolir. Yeah, yeah, yeah.

Não deixa o ato engolir. Não deixa o ato engolir.

Homem escrârio, eu sou do lado -leste. -Do lado leste.

É HC que chega, sim, que chega pra manter a letra, letra é a banca é classe A.

Aqui quem fala é HC,

HC,

HC, HC,

HC. Revolucionário, a letra fica pra você.

Não perde o crime, o crime é o crime, crime organizado.

Do lado leste, HC revolucionário bota a burguesia que nos aponta como marginal, homens criminal, mentes criminal, lavagem cerebral, morte cerebral, sistema central, cerebral.

É trilha sonora do gueto de leste, oeste, norte e sul. O negro vivendo os crimes, sua sobrevivência. Olha a carência.

Por aqui, por ali, só sangue que se vê.

Exu da periferia que não acredita, confia que não acredita. Confira para ver, para ver.

Por aqui, por ali, só sangue que se vê. Exu da periferia que não acredita, confia que não acredita.

Confira para ver, para ver. Plantão é flagrante, não. Plantão é flagrante, não.

Na boa, acendeu, virou fumaça, subiu pra cuca. Fim do silêncio, é menos crime.

Não deixa o malandro, que é malandro, sempre segue o ritmo da favela. E daí? Como é que é?

Rá, -rá, rá. Fogo na bomba.

-Não quero bebida, química, nada disso, minha beleza. Prefiro ficar na vida, sem desarrumar.

Um, dois, passa a bola, ladrão quer fumar. Um, dois, sem marcar.

Rapaziada firmeira quer museu e fica a fanfar. Sem arma, sem droga.

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