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Description
Composer: Anderson Monteiro dos Santos
Lyrics and translation
Original
Hoje eu tive um sonho, um sonho um pouco diferente.
Eu sonhei que todo mundo era gente.
Gente eu sei que somos, mas gente decente, em um lugar maravilhoso e vivíamos contentes e felizes. Porque o mal lá não havia, era apenas beleza.
A nossa natureza era completa e pura, as águas eram limpas e o ar sem poluição.
O verde era mais verde e havia solução para qualquer problema, viver valia a pena.
Não havia preconceito, todos tinham direito de lutar pelo que seu, até mesmo eu.
Era apenas um sonho, mas parecia real, as raças eram respeitadas, era tudo igual.
Não existia classe alta, média ou baixa, os empregado era patrão e todo mundo se mandava, mas havia o limite e o tempo certo.
Parecia um paraíso, todos eram honestos.
Havia baile funk, mas não como o da gente, além de ser mais calmo, era diferente.
As músicas as mesma e havia mais galeras, se fosse desse jeito, vou dizer, valia a pena.
Não havia violência, se tratavam como irmão, todos se respeitavam dentro e fora do salão.
O povo ia pro baile pra curtir, namorar e aproveitar o prazer doce que a nossa vida nos dá.
Até mesmo os que se foram no sonho estava presente, vocês disseram, havia muita gente. Flávio, Isaías, Sujeira e
Paulão, Peixe, Marquinho, Capenga, Precioso e Bagulhão.
Todos se divertia e brincava pra valer, o representante era Pierre e a galera do Sapinho. Nuca,
Vivinha, Papel, Eric, Risadinha, Beiça puxava a mula, violência lá não tinha.
Cabelinho e Pretinho, Chuca e Varella, Jorginho e o Referi, Tarcisio e Pachela.
Peri, Paulinho e Caó, tudo faz quem quer, o trenzinho era de paz e brincava quem quiser.
Eu me lembro que no sonho havia muita gente, até o Boteco e Ninja apareceram de repente.
Vinha no trenzinho, doendo em minha frente, sentindo o seu asfalto, volte pra Vila Kennedy.
O DJ era Bozó e agitava toda hora, a atração daquela noite era Cidinho Camalota.
Apresentava um beat novo, que eu vi a primeira vez, era um rap bem rasteiro e quem cantava Marvin Gaye.
Era apenas um sonho, mas parecia real, mas parecia real.
Mas um choro inocente despertou a minha mente, eu acordei muito assustado e quando eu olho para o lado, a criança que alivia, tô contente, ela sorria. Viro o rosto pra janela e sinto clarear o dia.
Foi aí que eu percebi que estava sendo iludido, hoje eu vejo a mesma coisa e me sinto arrependido.
A natureza acabada, tanta coisa tá errada, preconceito e as crianças jogadas nas estradas.
Guerra, brigas e mortes, é a rotina do viver, os jovens lutam contra a sorte e nada podemos fazer.
Guerra, brigas e mortes, é a rotina do viver, os jovens lutam contra a sorte e nada podemos fazer, amigos.
Que juventude é essa que está alienada?
Tantos tiros, tanto sangue, tantas mortes e porrada.
Tanto ódio implantado dentro de um só coração, que fazem a vingança com suas próprias mãos. Que juventude é essa que não dá valor a sorte?
Fazem guerra em suas guerras, já geraram muitas mortes.
Não respeitam a própria vida e fazem muitas mães chorar, pois alguns saem de casa para nunca mais voltar.
Que juventude é essa que está sendo criticada pelos jornais e revistas, que está sendo massacrada? Uma juventude rude, que não toma uma atitude.
Pare, pense um pouco, cara.
Mude e mostre para todos que somos gente decente, que esse mal que você tinha foi curado para sempre. Cidade Alta, Juramento, São José do Asfalto, Jorge
Duque, Cajuira, Teia e Macaco, Tachenque, Santa Cruz, Andaraí, Vaz Lobo, Ribeira do
Caju, Vila Paulino Arroio.
Pois eu peço um apelo para todos: esqueça a violência e faça um mundo novo.
Pense nas crianças que ainda há de nascer, antes que seja tarde para não se arrepender.
Pois eu peço um apelo para todos: esqueça a violência e faça um mundo novo.
Pense nas crianças que ainda há de nascer, antes que seja tarde para não se arrepender, amigos.
Hoje eu tive um sonho, um sonho um pouco diferente.
Eu sonhei que todo mundo era gente.
Gente eu sei que somos, mas gente decente, em um lugar maravilhoso e vivíamos contentes e felizes.
English translation
Hoje eu tive um sonho, um sonho um pouco diferente.
Eu sonhei que todo mundo era gente.
Gente eu sei que somos, mas gente decente, em um lugar maravilhoso e vivíamos contentes e felizes. Porque o mal lá não havia, era apenas beleza.
A nossa natureza era completa e pura, as águas eram limpas e o ar sem poluição.
O verde era mais verde e havia solução para qualquer problema, viver valia a pena.
Não havia preconceito, todos tinham direito de lutar pelo que seu, até mesmo eu.
Era apenas um sonho, mas parecia real, as raças eram respeitadas, era tudo igual.
Não existia classe alta, média ou baixa, os empregado era patrão e todo mundo se mandava, mas havia o limite e o tempo certo.
Parecia um paraíso, todos eram honestos.
Havia baile funk, mas não como o da gente, além de ser mais calmo, era diferente.
As músicas as mesma e havia mais galeras, se fosse desse jeito, vou dizer, valia a pena.
Não havia violência, se tratavam como irmão, todos se respeitavam dentro e fora do salão.
O povo ia pro baile pra curtir, namorar e aproveitar o prazer doce que a nossa vida nos dá.
Até mesmo os que se foram no sonho estava presente, vocês disseram, havia muita gente. Flávio, Isaías, Sujeira e
Paulão, Peixe, Marquinho, Capenga, Precioso e Bagulhão.
Todos se divertia e brincava pra valer, o representante era Pierre e a galera do Sapinho. Nuca,
Vivinha, Papel, Eric, Risadinha, Beiça puxava a mula, violência lá não tinha.
Cabelinho e Pretinho, Chuca e Varella, Jorginho e o Referi, Tarcisio e Pachela.
Peri, Paulinho e Caó, tudo faz quem quer, o trenzinho era de paz e brincava quem quiser.
Eu me lembro que no sonho havia muita gente, até o Boteco e Ninja apareceram de repente.
Vinha no trenzinho, doendo em minha frente, sentindo o seu asfalto, volte pra Vila Kennedy.
O DJ era Bozó e agitava toda hora, a atração daquela noite era Cidinho Camalota.
Apresentava um beat novo, que eu vi a primeira vez, era um rap bem rasteiro e quem cantava Marvin Gaye.
Era apenas um sonho, mas parecia real, mas parecia real.
Mas um choro inocente despertou a minha mente, eu acordei muito assustado e quando eu olho para o lado, a criança que alivia, tô contente, ela sorria. Viro o rosto pra janela e sinto clarear o dia.
Foi aí que eu percebi que estava sendo iludido, hoje eu vejo a mesma coisa e me sinto arrependido.
A natureza acabada, tanta coisa tá errada, preconceito e as crianças jogadas nas estradas.
Guerra, brigas e mortes, é a rotina do viver, os jovens lutam contra a sorte e nada podemos fazer.
Guerra, brigas e mortes, é a rotina do viver, os jovens lutam contra a sorte e nada podemos fazer, amigos.
Que juventude é essa que está alienada?
Tantos tiros, tanto sangue, tantas mortes e porrada.
Tanto ódio implantado dentro de um só coração, que fazem a vingança com suas próprias mãos. Que juventude é essa que não dá valor a sorte?
Fazem guerra em suas guerras, já geraram muitas mortes.
Não respeitam a própria vida e fazem muitas mães chorar, pois alguns saem de casa para nunca mais voltar.
Que juventude é essa que está sendo criticada pelos jornais e revistas, que está sendo massacrada? Uma juventude rude, que não toma uma atitude.
Pare, pense um pouco, cara.
Mude e mostre para todos que somos gente decente, que esse mal que você tinha foi curado para sempre. Cidade Alta, Juramento, São José do Asfalto, Jorge
Duque, Cajuira, Teia e Macaco, Tachenque, Santa Cruz, Andaraí, Vaz Lobo, Ribeira do
Caju, Vila Paulino Arroio.
Pois eu peço um apelo para todos: esqueça a violência e faça um mundo novo.
Pense nas crianças que ainda há de nascer, antes que seja tarde para não se arrepender.
Pois eu peço um apelo para todos: esqueça a violência e faça um mundo novo.
Pense nas crianças que ainda há de nascer, antes que seja tarde para não se arrepender, amigos.
Hoje eu tive um sonho, um sonho um pouco diferente.
Eu sonhei que todo mundo era gente.
Gente eu sei que somos, mas gente decente, em um lugar maravilhoso e vivíamos contentes e felizes.